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Fashion in the bag

Fashion in the bag

26
Jan18

A DAY OF SUN

fashion

 

A DAY OF SUN

 

I love the things that children love

        Yet with a comprehension deep

That lifts my pining soul above

        Those in which life as yet doth sleep.

 

All things that simple are and bright,

        Unnoticed unto keen‑worn wit,

With a child's natural delight

        That makes me proudly weep at it.

 

I love the sun with personal glee,

        The air as if I could embrace

Its wideness with my soul and be

        A drunkard by expense of gaze.

 

I love the heavens with a joy

        That makes me wonder at my soul,

It is a pleasure nought can cloy,

        A thrilling I cannot control.

 

So stretched out here let me lie

        Before the sun that soaks me up,

And let me gloriously die

        Drinking too deep of living's cup;

 

Be swallowed of the sun and spread

        Over the infinite expanse,

Dissolved, like a drop of dew dead

        Lost in a super‑normal trance;

 

Lost in impersonal consciousness

        And mingling in all life become

A selfless part of Force and Stress

        And have a universal home;

 

And in a strange way undefined

Lose in the one and living Whole

The limit that I call my mind,

The bounded thing I call my soul.

17-3-1908

Poesia Inglesa. Fernando Pessoa. (Organização e tradução de Luísa Freire. Prefácio de Teresa Rita Lopes.) Lisboa: Livros Horizonte, 1995.

  - 172.
04
Jan18

A vida não pára..

fashion

«Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não

Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida não para não

A vida é tão rara....»

 

 

Lenine



03
Jan18

A viagem vertical

fashion

(imagem retirada do site da wook)

 

Este é um livro que me surpreendeu. Conhecia o autor de nome, porém nunca tinha lido nada dele.

Viagem vertical é uma viagem que se inicia em Barcelona, terra da personagem e prossegue por Lisboa, Porto, Madeira terminando onde todas as viagens devem terminar:  dentro de nós próprios.

Mayol começa o seu percurso na idade em que as travessias, habitualmente estão a terminar e ensina-nos que ser velho é desistir de aprender, é ter medo do novo e das aventuras e deixar de cumprir os desejos mais profundos que existem em cada um de nós. Mayol tem tudo contra ele. É abandonado pela mulher, rejeitado pelos filhos e percebe que nunca fez nada por si. No entanto, parte, ruma à descoberta de si próprio e de tudo o que por várias razões deixou de fazer. Ao adormecer perguntou a si próprio por que razão não havemos de ser - homens, deuses, mundo- sonhos que alguém sonha, pensamentos que alguém pensa, situados sempre fora do que existe, e perguntou a si próprio por que não há-de ser esse alguém que não sonha nem pensa, ele próprio súbdito do abismo e da ficção.

Viagem vertical é uma viagem, ao contrário da viagem circular, descrita na Odisseia, sem regresso.

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